Ir al menú de navegación principal Ir al contenido principal Ir al pie de página del sitio

Cine y Educación: enseñanza del guión con la película Estación Central

Resumen

A través de una investigación interdisciplinaria que involucra la educación y el cine, el artículo tiene como objetivo analizar la narrativa de la película Estación Central de Brasil (1998), dirigida por Walter Salles, e identificar elementos para la enseñanza de narrativas en tres actos en un guion. La investigación se clasifica en descriptiva y documental, con un enfoque cualitativo y utiliza la técnica de análisis cinematográfico. El principal resultado fue la constatación de que la práctica de la enseñanza de guiones, a partir del propio cine, es un tema fundamental para fomentar discusiones, profundizar estudios e instigar ideas creativas. También se comprueba que Estación Central de Brasil no es una película que solo permite la enseñanza de la narrativa en tres actos, sino que promueve discusiones en los más diversos ámbitos; ya sea sobre temas relacionados con el escenario social brasileño, las personas mayores y su relación con el trabajo, la cultura y el folclore nacional.

Palabras clave

Cinema; Education; Script; Audiovisual

PDF (English)

Biografía del autor/a

Rafael José Bona

Doutor em Comunicação e Linguagens (UTP) e mestre em Educação (Furb). Tem graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda (Furb) e em Design de Moda (Unicesumar). Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/Furb) e dos cursos de graduação da Furb e da Univali. Atualmente pesquisa sobre a interdisciplinaridade da narrativa transmídia sob os vieses da educação, da moda e da publicidade. Atua como professor de ensino superior desde 2005. Líder dos grupos de pesquisa: Comunicação e Educação Midiática (Furb/CNPq) e Imagens Contemporâneas (Univali/CNPq).

Cristiane Wosniak

Doutora em Comunicação e Linguagens - linha de pesquisa em Estudos de Cinema e Audiovisual (UTP). Mestra em Comunicação e Linguagens - linha de Cibermídia e Meios Digitais (UTP). Especialista em Artes-Dança (FAP-PR). Docente adjunta da Unespar (Bacharelado em Cinema e Audiovisual). Vice-Coordenadora do Programa de Pós- Graduação/Mestrado Acadêmico em Cinema e Artes do Vídeo (PPG- CINEAV/Unespar/FAP). Docente permanente do Programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Educação da UFPR. Coreógrafa da Téssera Companhia de Dança da UFPR. Líder do GP CINECRIARE – Cinema: criação e reflexão (PPG- CINEAV/CNPq) e membro do GP Labelit – Laboratório de estudos em educação, linguagem e teatralidades (PPGE/CNPq).


Citas

  1. Almeida, R. (2017). Cinema e educação: fundamentos e perspectivas. Educação em Revista (UFMG), v. 33, pp. 1-27.
  2. Baptista, M. (2008). A pesquisa sobre design e cinema: o design de produção. Galáxia, São Paulo, n. 15, pp. 109-120.
  3. Bona, R. J. (2013). Os filmes d’Os Trapalhões e os problemas sociais brasileiros: uma viabilidade educativa. Atos de Pesquisa em Educação, v. 8, n. 1, pp. 402-419.
  4. Bona, R. J. (2021). Comunicação e educação: intertextos, reflexões e propostas. Curitiba: Appris.
  5. Carneiro, J. E., & Bernstein, M. (1998). Central do Brasil (roteiro). Rio de Janeiro: Objetiva.
  6. Comparato, D. (2018). Da criação ao roteiro: teoria e prática. 5ª ed. São Paulo: Summus.
  7. Duarte, R. (2002). Cinema & educação. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica.
  8. Field, S. (1997[1994]). Quatro roteiros: uma análise de quatro inovadores clássicos contemporâneos. Rio de Janeiro: Objetiva.
  9. Field, S. (2001[1979]). Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro: Objetiva.
  10. Field, S. (2016). Roteiro: problemas e soluções. Curitiba: Arte & Letra.
  11. Fischer, R. M. B. A subjetividade como resistência às formas de sujeição: o cinema na educação. Revista Científica/FAP, [S.l.], jul. 2018.
  12. Fusari, J. C. (2009). A linguagem do cinema no currículo do ensino médio: um recurso para o professor. In: Tozzi, D. (Ed.). Caderno de cinema do professor. v. 2, (pp. 32-45). São Paulo: FDE.
  13. Garcia, A. R., & Pereira, J. R. Hipótese-cinema, Curitiba, 2013-2018. Revista Científica/FAP, [S.l.], jul. 2018.
  14. Gonçalves, E. (2014). Introdução. In.: Gonçalves, E. (Ed.). El pensamiento comunicacional a través del cine. (pp.13-16). Quito-Ecuador: Editorial Quipus, Ciespal.
  15. Hochsprung, J., & Bona, R. J. (2016). Cinema e educação na trilogia clássica dos filmes Star Wars. In: Encontro de Pesquisadores em Comunicação, (pp.388-398), Curitiba: Enpecom/UFPR.
  16. Jameson, F. (1997). Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática.
  17. Martin, M. (2013). A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense.
  18. Mckee, R. (2006). Story: substância, estrutura, estilo e os princípios da escrita de roteiro. Curitiba: Arte & Letra.
  19. Napolitano, M. (2004). Como usar o cinema na sala de aula. 2a ed. São Paulo: Contexto.
  20. Penafria, M. (2009). Análise de filmes - conceitos e metodologia(s). In: Congresso Sopcom, (pp.1-10), Lisboa.
  21. Pérez Gómez, A. I. Educação na era digital: a escola educativa. Trad. Marisa Guedes. Porto Alegre: Penso, 2015.
  22. Salles, W. (1998). Central Station [Film]. Brazil.
  23. Seger, L. (2006). Como criar personagens inesquecíveis. São Paulo: Bossa Nova.
  24. Silva, F. S., Silva, G. M.; & Almeida, R. S. (2017). Cinema e ensino de geografia: o uso do filme Rio 2 em sala de aula – uma proposta didática além das paisagens. Revista Brasileira de Educação em Geografia, v. 7, n. 14, pp.254-266.