The Market Protection of Accounting Services Companies in Brazil: A Vision Based on INPI Data

Main Article Content

Maria Jose Castro
Sidney Rodrigues Tapajos
Joao Antônio Belmino dos Santos

Abstract

The brand of a product or service is considered one of the most important elements of the company's acceptance to the public, as it defines the characteristics of the company and how consumers see it in the market. For accounting services firms (accounting offices) the brand identifies the professional "accountant" responsible for accounting services. The present research aimed to verify with the National Institute of Industrial Property (INPI) the situation of trademark registrations related to accounting (accounting firms), noting also the characteristics of the presentation of the brand, among others. The results show that, for the analyzed period (2012 to 2016), there were 984 trademark registrations made by accounting professionals, of which 77.13% is owned by a legal entity, and, of the total number of records analyzed, 816, Corresponding to 82.93% of the applications are listed as the Mixed Mark type and that the term "accounting" prevails in the name of the Trademarks.

Article Details

Section

Varia

Author Biographies

Maria Jose Castro, Instituto Federal de Sergipe

Docente EBTT - IFS, Mestre em Ciencias Contábies/Puc/Sp, Doutorando em Ciencia da Propriedade Intelectual/Ufs

Sidney Rodrigues Tapajos, Universidade Paulista - UNIP

Turismólogo, Professor

Joao Antônio Belmino dos Santos, Universidade Federal de Sergipe

Doutor em Engenharia de Processos, Docente do Programa de Doutorado em Ciência da Propriedade Intelectual –Universidade Federal de Sergipe.

How to Cite

The Market Protection of Accounting Services Companies in Brazil: A Vision Based on INPI Data. (2017). Razón Y Palabra, 21(2_97), 522-540. https://revistarazonypalabra.org/index.php/ryp/article/view/899

References

Almeida, G.O ET AL. (2015). Marcas mutantes: estudo de caso de uma empresa de bebidas não alcóolicas. Razón y Palabra, México. Vol. 19. N. 91. 2015 | Issn: 1605-4806 | pp. 642-653

Barbosa, D.B. (2003). Uma Introdução à Propriedade Intelectual. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: Ed. Lumen Juris.

Barros, V.A. (2012). Conflito entre Marca e Nome Empresarial. RDE Nº 24 – Jan-Fev/2012 – PARTE GERAL – DOUTRINA. Disponível em: http://bdjur.tjdft.jus.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/12752/Conflito%20entre%20marca%20e%20nome%20empresarial.pdf?sequence=1. Acessado em 10.02.2017

Brasil. (1996). Lei n. 9.279, de 14 de maio de 1996. Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 15 maio 1996. Seção 1, p. 8353.

Carvalho, B. J. A., Santos, S. F. H. (2012) Doodle e a Comunicação Imersa no Design da Marca. Razón y Palabra, México, vol. 17, núm. 79.

CFC. Dados Estatísticos do Conselho Federal de Contabilidade. Disponível em http://cfc.org.br/registro/quantos-somos-2/ Acessado em 02.02.2017

CNI, (2013). Confederação Nacional da Indústria. Propriedade industrial aplicada: reflexões para o magistrado. Brasília.

Filho, A.R.M.; Russo, S.L. (2015). Gestão de registro de marcas em empresas sergipanas: da abertura da empresa até o pedido de registro. Revista GEINTEC – ISSN: 2237-0722. São Cristóvão/SE. Vol. 5/n. 4/ p.2640-2651 D.O.I.: 10.7198/S2237-0722201500040014

Franco, H. (2003). Contabilidade geral. 23 ed. São Paulo: Atlas.

INPI. Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Brasil). (2013). A criação de uma marca: uma introdução às marcas de produtos e serviços para as pequenas e médias empresas/ Instituto Nacional da Propriedade Industrial. – Rio de Janeiro: INPI, 2013 http://www.inpi.gov.br/sobre/arquivos/01_cartilhamarcas_21_01_2014_0.pdf. Acessado em 10.02.2017

Iudícibus, S.; Martins, E.; Gelbcke, E.R. (2006). Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. FIPECAFI. 6. ed. São Paulo: Atlas.

Kapferer, J.N. (2003). As marcas: capital da empresa. 3. ed. Porto Alegre: Bookman.

Lobo, T.T. (1997). Introdução à Nova Lei da Propriedade Industrial. São Paulo: Atlas.

Marion, J.C. (2009). Contabilidade empresarial. 15 ed. São Paulo: Atlas.

Miranda, M.B. (2008). A Proteção das Marcas. Revista Virtual Direito Brasil – Volume 2 – nº 1. Disponível em: http://www.direitobrasil.adv.br/artigos/ma.pdf Acessado em 20.01.2017.

Pinho, J.B. (1996). O poder das marcas. São Paulo, Editora Summus.

Sabiote, E. F., Ballester, D. M. E. (2011) Marcas de Experiencia: Marcando la Diferencia. Journal of Management and Economics for Iberoamerica, v. 27, n. 121.

Sampaio, R. (2002). Marcas de A a Z – Como construir e manter macas de sucesso. Rio de Janeiro, Editora Campus.

Sanchez, K.T. Valdes, C.A.S. (2011). El registro de marcas como plataforma para el crecimiento de una empresa. Disponível em: http://elcotidianoenlinea.com.mx/pdf/16512.pdf.Acessado em 12.01.2017

Soares, J.C.T. (2000). Marcas vs. Nome Comercial Conflitos. São Paulo, Jurídica Brasil.

Wheeler, A. (2012). Design de identidade da marca: guia essencial para toda a equipe de gestão de marca; tradução: Francisco Araújo da Costa, revisão técnica: Ana Maldonado. 3º ed. Dados Eletrônicos. Porto Alegre: Bookman.

Wheeler, A. (2008). Design de identidade da marca. 2. ed. Porto Alegre: Bookman.

Similar Articles

You may also start an advanced similarity search for this article.